O jornalista Arimatéia Azevedo deverá retornar ao sistema prisional após decisão da Vara de Execuções Penais que revogou o benefício da prisão domiciliar concedido anteriormente por motivos de saúde.
A determinação foi tomada após a análise de novos laudos médicos emitidos pelo Instituto Médico Legal, que não identificaram a presença de doenças graves que justificassem a continuidade do cumprimento da pena em regime domiciliar.
Condenado a 17 anos e oito meses de prisão pelos crimes de extorsão e estelionato, o jornalista havia obtido o direito de cumprir a pena em casa após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) em 2024, além de apresentar comorbidades como diabetes tipo 2 e hipertensão.
Com a nova avaliação pericial descartando agravamento no quadro clínico que impedisse a permanência no ambiente carcerário, a Justiça determinou o retorno de Arimatéia ao presídio. Após tomar conhecimento da decisão, ele passou mal e precisou ser internado em um hospital particular, onde segue sob cuidados médicos e sem previsão de alta.